25 de out de 2012

AMYR KLINK



Passados dois meses de tantas histórias, comecei a pensar no sentido da solidão.
Um estado interior que não depende da distância...nem do isolamento; um vazio
que invade as pessoas... E que a simples companhia ou presença humana não pode
preencher. Solidão foi a única coisa que eu não senti, depois que parti...nunca...
em momento algum. Estava, sim, atacado de uma voraz saudade. De tudo e de todos, 
de coisas e de pessoas que há muito tempo não via. Mas a saudade às vezes faz bem
ao coração. Valoriza os sentimentos, acende as esperanças e apaga as distâncias.
Quem tem um amigo, mesmo que um só, não importa onde se encontre, jamais 
sofrerá de solidão; poderá morrer de saudade...mas não estará só!"

Amyr Klink

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