31 de mai de 2012

SOLIDÃO



SOLIDÃO
(Luiz Carlos de Oliveira)

Pedra em forma de grito,
que silencia
na turbulência vaga...

Eco perdido nas horas
que sangram...

Sombra refletida na alma.

Dor profunda.

Fuga no apalpar,
desolação no sentir,
inquietude.

Da vasta impressão,
o nada,
ante a imensidade sem resposta...

Vazio.

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