
À sombra do salgueiro...
Porque fosses o sonho de ventura
Que eu tanto ambicionara e conseguira,
Nunca julgara, nem jamais previra
O transe cruel que agora me tortura.
Só a extensão de um grande mal sem cura
Poderia mostrar que me iludira;
Que a ventura na vida é uma mentira
Sempre falaz àquele que a procura.
Louco de dor, o espírito delira
E a Castália das lágrimas apura
A emoção de infortúnio que me inspira...
Mas foi tamanha a minha desventura,
Que pendurei, muda e quebrada, a lira
No salgueiro da tua sepultura.
Da Costa e Silva



















GENAURA TORMIN
MÁRCIA VILARINHO
MÁRCIA VILARINHO
REGGINA MOON
MARA DEBRASSI
ULISSES REIS
FERNANDO CAMPANELLA
AFONSO ESTEBANEZ
CONCEIÇÃO BENTES

Que lindo soneto. Volta-me ao passado. Tempo bom. Quanta saudade! Na época e gostava muito dos poemas J.G. de Araújo (?)
ResponderExcluirBeijo grande
Genaura Tormin
Da Costa e Silva, querida. bjo
ResponderExcluirUm mimo, sua página é gostosa de andar, passear devagarinho, lentamente, gosto muito da poesia assim, em clima de alma e coração, pra vc minha poetiza bjos, bjos e bjossssssssssssssss
ExcluirMara
ResponderExcluirsó hoje respondo a visita ao meu cantinho
Só hoje fiquei tranquila para o fazer.
esta lareira não era uma lareira qualquer
era a minha lareira.
e era a minha preocupação..
O meu marido ia ser operado.eu estava muito preocupada e sem animo para muita coisa.
Mas a operação correu muito bem e ele já está em casa.
ontem tbm fiz uma pequena cirurgia à boca para implantes e vim muito debilitada e nem abri o pc.
hoje venho dar-vos um beijo e partilhar convosco a razão da minha ausência..
beijosssssss
LAREIRA
Lareira acesa...
Lareira quente...
Vermelha muito vermelha...
Cheia de cores...
Que aquecem...
E me deixam encostar...
O meu rosto ao teu...
E dizer-te baixinho...
Fica aqui...
E deixa-me ficar...
Sempre assim!...
LILI LARANJO