5 de out de 2010

Esperanças esquecidas



Desenhei teu rosto
em noites de solidão
no embaçado do espelho onde
se refletia a paixão!

Minh'alma sem pudores despe-se
das ilusões e dos sonhos
versando com palavras de suplicas
e lamentos...

A dor que dilacera todos os sonhos
lágrimas silenciosas rolam pela face
escuto gritos trazidos pela suave brisa
qual o eco de vozes de almas perdidas!

Já nem lembro das vãs esperas
transviando pelo mundo desencantado
percorrendo caminhos contrários
no coração esperanças esquecidas! 

(Celina Vasques)

Um comentário:

  1. Palavras que nos envolvem são difíceis de encontrar, mas não aqui!
    belo blog e abraço.

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