16 de ago de 2010



QUANDO ME AMEI DE VERDADE


Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estaria no lugar certo, na hora certa, no momento exato.

E, então, pude relaxar.

Hoje sei que isso tem nome: AUTO-ESTIMA.

Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia e meu sofrimento emocional, não passam de um sinal de que estou indo contra minhas

verdades.

Hoje sei que isso é... AUTENTICIDADE.

Quando me amei de verdade, parei de desejar que minha vida fosse diferente e comecei a ver que

tudo o que acontece contribui para meu crescimento.

Hoje chamo isso de... AMADURECIMENTO.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo forçar alguma situação a alguém, inclusive a mim mesmo, somente para

realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou que a pessoa

não está preparada.

Hoje sei que o nome disso é... RESPEITO.

Quando me amei de verdade, comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas,

tarefas, toda e qualquer coisa que me pusesse para baixo. Inicialmente minha

razão chamou essa atitude de egoísmo.

Hoje sei que isso se chama... AMOR PRÓPRIO.

Quando me amei de verdade, deixei de temer meu tempo livre, desisti de fazer grandes planos e abandonei os projetos megalômanos para o futuro. Hoje faço o

que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.

Hoje sei que isso é... SIMPLICIDADE.

Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, dessa maneira, errei menos.

Hoje descobri a... HUMILDADE.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora me mantenho no presente, que é

onde a vida acontece.

Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... PLENITUDE.

Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode atormentar-me e decepcionar-me. Mas, quando a coloco a serviço do meu coração,

ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Tudo isso é... SABER VIVER!


“Não devemos ter medo dos confrontos... até os planetas se chocam e do caos nascem as estrelas”.


Charles Chaplin

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