3 de mar de 2010

Nos braços do tempo...


Nos braços do tempo...

Sinto cada gota de lágrima
que banha meu rosto,
mas que suaviza a fadiga da face sofrida.
Alma aflita, que procura liberdade para fugir...
Já não importa em que direção...
Só quero sumir entre vendavais,
tempestades, qualquer lugar
onde eu possa adormecer,
nos braços do tempo, em pleno Céu aberto.
Ânsia louca, desespero completo
que me tira a noção do adequado...
Abreviar seria prudente...
Pois sinto o peso que castiga meus dias.

Glória Dantas

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