30 de out de 2009

Solidão sem fim...


Solidão sem fim...

Luar lá fora...
E em meu rosto,
lágrimas em cântaros!

Diante de mim,
na noite enluarada,
cheia de brilhos e encantos,
a minha última esperança:
- Teu vulto por aquela estrada!

Silêncio... Solidão...
E um angustiado coração...
Esperançoso, desencantado...
E por fim... Nada,
apenas o abismo...
Da dor e da saudade!

Regina Helena

2 comentários:

  1. Ê, mocinha!!
    Esse poema mexeu comigo!
    Lindo é pouco,
    Pura poesia.
    Até me vi de olhos pedintes, esgueirados na distância do caminho.
    A lua matreira, a solidão, o frio e uma enorme dor no coração.
    O NADA fere e mata.
    Eta poeta, vc é TDM (tudo de bom
    Beijo da
    Genaura Tormin!

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  2. Genaura, vc é pura generosidade! Poeta é você! bjos.

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