8 de ago de 2009

Ao Poeta Lindolf Bell


Colheita de Amor

Nada poderá apagar a palavra...
Nem destruir o que foi semeado com amor...

O que se planta, é o que se colhe...
O corpo é perecível, mas a obra se eterniza!
Consolo dos pobres mortais... ou,
dos ricos humanos, de almas imortais...

Certamente, Poeta, tua família colherá,
em cestos transbordantes e sem medida,
todo o fruto do teu amor
e da riqueza da tua obra.

Regina Helena
Ao Poeta Lindolf Bell

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