1 de abr de 2009

A PAZ VERDADEIRA


A PAZ VERDADEIRA

Há muito anos, um rei criou um concurso para premiar o artista que
melhor captasse, numa pintura, a paz perfeita. Muitos tentaram e, ao
final, o rei gostou de apenas duas.

A primeira era um lago calmo e cristalino onde refletiam as imagens de
montanhas e árvores que o ladeavam. O céu era de um azul perfeito e
todos os que fitavam a pintura, enxergavam nela um profundo conteúdo
de paz.

A segunda pintura tinha um quebra-mar sobre as rochas escuras e sem
vegetação. O céu enegrecido, pontilhado por raios e trovões,
precipitava uma grande tempestade. Definitivamente, essa pintura não
revelava nenhum conteúdo de paz e tranqüilidade...
... Mas, quando o rei observou mais atentamente, verificou que no alto das
rochas, havia um pequeno arbusto crescendo de uma fenda. Neste
arbusto, encontrava-se um pequeno ninho e ali, no meio do mar revolto
e céu tempestuoso, um pequeno passarinho descansava calmamente.

O rei então escolheu a segunda pintura e, diante de uma platéia
surpresa explicou:

– A verdadeira paz não é estar num lugar calmo e tranqüilo, sem
trabalho árduo e dor. Paz significa que, apesar de estarmos no meio
das adversidades e das turbulências da vida, permanecemos calmos em
nossos corações. Esta é a verdadeira paz!

Diante de problemas e tormentas aparentemente insolúveis, com paz no
coração sempre achamos a solução.

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