8 de mar de 2009

O AMOR ARQUEJA NO TEMPO

O AMOR ARQUEJA NO TEMPO
(Genaura Tormin)

A inteireza da felicidade,
Essa pulsão incontrolável,
Consome-me aos poucos.
Envolta em mistérios,
Quero um amor romântico,
Mesclado de paixão,
No enlevo de saudades.

A transcendência
Ficou no passado.
O pranto, o encontro,
Em bites mascarados,
Não têm o mesmo encanto.

Os elos se partiram.
Não há ancoradouro,
Apenas uma amplidão a ermo...
Perdeu-se a unidade
Em aventuras passageiras.
Em cacos,
O amor arqueja
Na enfermidade do tempo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário